Um titulo bem interessante e pretensioso comparado a obra. Anne Rice consegue prender qualquer leitor até o fim nessas aventuras de homens encantadores que podem ou não ter almas, mas devassidão e luxuria com certeza estão impregnados completamente. o vampiro mais encantador e irresistivel (e tambem pouco modesto) que se autodenomina o belo Lestat se encontra mais um vez desafiado por um capricho que atinge (como ele deixa entender) sua vaidade ao ponto dele se propor a fazer algo completamente perigoso, tenta dar um fim a sua existencia, uma caracteristica bem mortal(humana) e peculiar, porem não consegue devido a sua potencia e vivacidade. com esse resultado ( um pouco esperado para alguem tão antigo quanto ele) ele decide tentar algo um pouco mais irreal com um homem misterioso que confessa ser inescrupuloso e mesmo com todas as provas que os outros entregam sobre os riscos que essa titude pode acarretar (uma "simples" troca de corpos), Lestat aceita com a leve ilusão de que nada tem a temer. tudo será perfeito, ainda mais com um corpo tão lindo e perfeito quanto o oferecido. " ele não me fará mal algum".
mas como era de se esperar o ladrão de corpos (olha Ladrão) faz o seu real papel e some deixando Lestat na pior posição possivel.
o livro expõe um outro lado do Vampiro Lestat, e tambem de sua personalidade avassaladora, como era de se esperar os vampiros tem duvidas sobre a existencia de um Deus ( e nós reles mortais também nos deparamos com essa duvida abismal, o que leva a entender que a maioria das duvidas de imortais ou mortais são compativeis). sobre o céu e o inferno. sobre o que vem além da vida. mesmo para alguem eterno (ou principalmente para eles) essas duvidas impregnam e se recusam a sair com facilidade.
Lestat acaba descobrindo em David Talbot ( um senhor idoso) um amigo inestimável , no Mojo( um cachorro encantador) uma lembrança boa de seus dias humanos. e também o leva a repensar sobre suas atitudes com Claudia (a mulher mais calculista aprisionada num corpo de criança). nesse intervalo ele acaba relembrando os prazeres (lê-se faz sexo) conhece uma mulher encantadora ( que ele acaba transformando a vida dela),
enfim... ele descobre que nunca quis tanto ser um Monstro devasso que ele pensou que não gostaria de ser, ou, que só era por ter sido forçado a viver naquele meio.
um bom livro para se avaliar atitudes e aprender que nem sempre podemos ou queremos algo diferente do que possuimos.
Uma maneira divertida de incentivar a leitura...
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Consagrada como a obra prima de William Shakespeare, “Hamlet” é ambientada no reino da Dinamarca. Uma obra repleta de questionamentos que são trazidos à tona ao longo da história. Questionamentos estes que se tratam fundamentalmente das relações humanas, dos seus impactos, tratando-se fundamentalmente de uma obra de vingança e lealdade.
É muito claro ao longo do texto que todas as nossas atitudes são fruto de nossas motivações. Tal qual a aparição do fantasma de seu pai gera em Hamlet uma motivação de vingança, e a descoberta de uma vastidão de intrigas ao seu redor, assim somos todos nós, que por mais racionais que sejamos, sempre temos nuances passionais em todas as nossas ações.
Hamlet crê que a sua missão é vingar a morte do pai. Trazendo à tona a idéia de que somos todos carentes de uma missão para dar sentido à nossa vida. Afinal daquele momento em diante é que se desenha toda a história.
A loucura também se configura um elemento essencial no texto. Em determinado momento Hamlet chega a fingir loucura para se portar livremente no reino. Essa foi a maneira que ele encontrou para dizer todas as verdades, tudo aquilo eu o incomodava sem que ele fosse importunado. Uma saída para que ele pudesse lidar com todo esse universo de intrigas que o rodeava.
Considero roteiro e idéias altamente atrativos. Embora eu acredite que o autor se perde um pouco na linguagem, que em razão de todo o seu contexto histórico, próprio estilo do autor, tornam a obra um tanto enfadonha para quem lê. A maneira poética utilizada também não favorece muito o gosto pela obra. O estilo teatral utilizado trouxe um cunho mecânico ao contexto, comprometendo bastante a leitura pelo prazer.
A todos os amantes de obras teatrais e embasadas na complexidade e nas motivações passionais do homem é uma obra fantástica. Capaz de fazer refletir sobre as relações humanas, e familiares e suas conseqüências em nossas vidas.
BÁRBARA - Resenha de Abril - Percy Jackson e a batalha do labirinto - Rick Riordan
Postado por Calendário Literário
Se você gosta de mitologia Grega (ou Romana) ou simplesmente gosta de uma historia realmente embasada, vai adorar esse livro. Ele não é simplesmente um livro que conta como Heróis (filhos de deuses com humanos) podem se superar e fazer coisas estúpidas, nesse caso estou falando do protagonista. É simplesmente o livro onde se consegue delirar com alguns dislexicos e um sátiro meio enrolado. Se você é perfeccionista vai se apaixonar pela Filhinha de Atena, que por sinal é uma garota incrivel e cativante.Você passa a ter uma outra visão dos Deuses gregos ou até pode continuar com,quase, a mesma visão de antes, e acaba torcendo para ser um meio-sangue. Acho que até quem não gosta de ler não largaria esse livro.
Então se desejam ler sem se arrepender por achar erros discrepantes sintam-se a vontade para ler todos os livros que envolvam os dislexicos mais engraçados, confusões hilárias, um sátiro muito atrapalhado e uma história envolvente.
Nesse livro, os conflitos, as paixões, as instabilidades da adolescência são muito bem abordados. Em meio a histórias de vampiros, a amores impossíveis, a trama se desenvolve pautada principalmente na abordagem emocional das duas personagens. Edward e Bella, duas pessoas tão diferentes, mais do que Bella poderia imaginar até, e que no decorrer da história criam um amor sem precedentes. Ele tão perdido em sua solidão, fechado no grupo que compunha com sua família. Ela tão madura e ao mesmo tempo tão insegura, uma jovem que tinha como maior desejo ser o mais próximo possível do normal.A falta de expectativas que ambos tinham pela vida certamente foi o ponto que os uniu. Uma adolescente que só queria ficar sozinha, nem sempre era fácil naquela cidade onde ela, por ser nova ali, era uma das grandes atrações. Um vampiro que se recusava a aceitar sua essência “monstruosa”, uma opção difícil, mas necessária se ele quisesse manter viva a chama humana que lhe restava.
Em meio a tanta normalidade, à “solidão” a qual ambos se submetiam, configura-se uma atração avassaladora. Uma atração um tanto conflitante diga-se passagem, não seria fácil para ambos abraçar de tal forma o sentimento sendo eles tão diferentes. Em contrapartida sentiam que seria impossível negar aquilo que sentiam um pelo outro, e talvez não o quisessem na verdade, afinal era aquela a primeira vez em que os dois se sentiam tão felizes, tão vivos.
O grande foco da narrativa não é um mero conto de vampiros, ou a história de um adolescente em crise. Somos todos instáveis por natureza, cheios de defeitos, qualidades e isso é bem explicito nas personagens no decorrer da história. Bella então descobre que tinha uma escolha. Ela poderia continuar humana, e aproveitar com Edward o tempo que lhe restava, infeliz por não se contentar em tê-lo para sempre, aquele que a faz tão bem, ou se tornar uma vampira, perder parte de sua humanidade, acostumar-se em ser a sombra de um humano, e ter Edward pra sempre, aquele que continha a chave para a sua felicidade.
A felicidade é algo difícil de se alcançar, algumas vezes aparentemente intangível, alcançá-la é, em alguns casos mais que uma mera busca, ela constitui uma quebra de paradigmas. Por que afinal, vampiros e humanos não podem se apaixonar? Por que é tão difícil para as pessoas, nós inclusive, aceitarmos que a felicidade não é um parâmetro, não é uma formula que se aplique a todos? Até que ponto as pessoas tem forças para abrir mão daquilo que lhes faz bem simplesmente porque foi dito que “não é assim que tem que ser”? Eis que o Sol agora não apresenta a luz dourada que lhe é de costume. Essa luz, diferente daquilo que estamos acostumados, nos permite então ver a vida sobre outra perspectiva. Não como as pessoas vêem ou querem que eu veja, mas de uma perspectiva muito particular. E esse crepúsculo está apenas começando.
Abril: Percy Jackson e a batalha no labirinto - Rick riordan
Maio: Amor em tempos de coléra - Gabriel garcia marquez
Junho: A História do ladrão de corpos - Anne rice
Julho: O vampiro Lestat - Anne rice
Agosto: Desventuras poéticas - Maycon batestin
Setembro: O Primo Basílio - Eça de queiroz
Outubro: Dexter no escuro - Jeff lindsay
Novembro: Marley e eu - John grogan
Dezembro: A mulher do viajante do tempo - Audrey Niffenegger
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Abril: Crepúsculo – Sthephanie Meyer
Maio: Hamlet - Shakespeare
Junho: Lua Nova – Stephanie Meyer
Julho: Eclipse – Sthepanhie meyer
Agosto: Romeu e Julieta - Shakespeare
Setembro: A Hora da Estrela – Clarisse Lispector
Outubro: A ira dos anjos – Sidney Sheldon
Novembro: O caçador de Pipas - Khaled Hosseini
Dezembro: Tempo Fechado – Ken Follett
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Abril - Sua resposta vale um bilhão - Vikas Swamp.
Maio - O Príncipe - Maquiavel.
Junho - Nudez Mortal - Nora Roberts.
Julho - Marcada - P. C. Cast & Kristin Cst.
Agosto - Akhenaton e Nefertiti: o casal do sol. - Christian Jacq.
Setembro - Lisbela e o Prisioneiro - Osman Lins.
Outubro - Dexter: a mão esquerda de Deus. - Jeff Lindasy.
Novembro - A lição final - Randu Pausch.
Dezembro - A mulher do viajante do tempo - Audrey Niffenegger.
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Os temas escolhidos para cada mês são os seguintes:
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Abril: Livros adaptados para o cinema. Para começar, um livro fácil de escolher, uma vez que são muitos os livros que viraram filme atualmente...
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